DEBATES,TEMAS E OBJETIVOS

 

 

Convite para a mudança e a inovação

 

Por Marina Grossi
           Economista, preside o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) desde 2010. Como coordenadora do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, foi negociadora do Brasil na COP do Clima. Atuou nas negociações do Protocolo de Kyoto, representou o G77 mais China na área de Mecanismo Financeiro, foi assessora do Ministério da Ciência e Tecnologia e fundou a Fábrica Éthica Brasil, onde lançou a iniciativa “Carbon Disclosure Project”. Também foi coordenadora da Câmara do Clima no CEBDS, ajudou a trazer para o Brasil o GHG Protocol, a mais usada ferramenta de medição das emissões de gases de efeito estufa.

                Apenas o fato de sediar a Rio+20 já seria um fator de vantagem a ser comemorado pelo Brasil no contexto da economia verde. Vinte anos depois da Rio 92, o país volta a ser palco de negociações mundiais que impactarão no destino da atual e das futuras gerações.

Por fatores históricos e geográficos, o Brasil tem hoje nas mãos uma oportunidade única para alavancar a posição de liderança já reconhecida na corrida verde mundial. Com matriz energética limpa, rica biodiversidade, grandes reservas hídricas e um mercado econômico em expansão, nosso país tem todos os ingredientes para consolidar essa posição, desde que adote o modelo de desenvolvimento sustentável.

                Morando no Rio de Janeiro, é quase impossível ser pessimista com os possíveis frutos da Conferência da ONU. Líderes mundiais, empresários, acadêmicos, estudiosos, artistas e representantes de todos os segmentos da sociedade estarão reunidos na cidade com o objetivo comum de refletir sobre o futuro que queremos. Somente a interação dessas pessoas já é capaz de criar um ambiente inspirador, propício para a mudança e a inovação.

Os resultados do evento não se limitarão ao documento a ser assinado pelas lideranças mundiais. Ideias e propostas que estarão na pauta das discussões futuras irão pipocar pelo Rio de Janeiro e repercutir em todo o planeta.

               A partir de hoje, convido os leitores do G1 a acompanhar aqui, comigo e outros especialistas, alguns dos principais eventos, discussões, negociações e resultados da Rio+20, além de informações dos bastidores da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, sob a ótica de quem trabalha para promover a sustentabilidade no setor empresarial.

http://g1.globo.com/natureza/rio20/traduzindo-a-rio20/platb/

Nome: Alana Marins Viana

Temas da Conferência Rio+20

 

As Nações Unidas definiram como temas para a conferência:

 

  • Econômia Verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza.

 

  • Estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.

Metas da Conferência Rio+20

 

  • A meta encontrada será definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.

 

  • São esperadas delegações governamentais dos 193 estados-membros da Organização das Nações unidas(ONU), além de representantes de vários setores da instituição, num total de 50 mil pessoas.

 

  • Acontecerão debates e reuniões em busca de soluções para questões importantes às futuras gerações, Entre os problemas a serem discutidos  estão as mudanças climáticas e o consumo desenfreado da população.

 

Temas

 

 

           Os dois temas centrais da Rio+20 – a economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza e a estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável – foram aprovados pela Assembleia Geral das Nações Unidas de forma consensual entre os 193 países que integram a ONU. Nas reuniões do processo de preparação, os países têm apresentado propostas sobre esses temas, buscando resultados que possam ser adotados na Conferência.

 

A ECONOMIA VERDE NO CONTEXTO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E DA ERRADICAÇÃO DA POBREZA

 

 A “economia verde” constitui um instrumento para a aplicação de políticas e programas com vistas a fortalecer a implementação dos compromissos de desenvolvimento sustentável em todos os países da ONU. Para o Brasil, a “economia verde” deve ser sempre enfocada no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, uma vez que os temas de economia e de meio ambiente (“verde”) não podem ser separados das preocupações de cunho social.

 O debate sobre “economia verde” aponta para oportunidades de complementaridade e de sinergia com outros esforços internacionais, englobando atividades e programas para atender às diferentes realidades de países desenvolvidos e em desenvolvimento. É importante relembrar que a redução das desigualdades – em nível nacional e internacional – é fundamental para a plena realização do desenvolvimento sustentável no mundo.

 

ESTRUTURA INSTITUCIONAL PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

 

 As discussões sobre a estrutura institucional têm buscado formas para melhorar a coordenação e a eficácia das atividades desenvolvidas pelas diversas instituições do sistema ONU que se dedicam aos diferentes pilares do desenvolvimento sustentável (econômico, social e ambiental). Os países têm debatido, principalmente, maneiras pelas quais os programas voltados ao desenvolvimento econômico, ao bem-estar social e à proteção ambiental podem ser organizados em esforços conjuntos, que realmente correspondam às aspirações do desenvolvimento sustentável.

Algumas das propostas já apresentadas propõem a reforma da Comissão sobre Desenvolvimento Sustentável (CDS), com o objetivo de reforçar seu mandato de monitoramento da implementação da Agenda 21, adotada durante a Rio-92, e seu papel de instância de coordenação e de debate entre representantes dos países e da sociedade civil. Quanto à reforma das instituições ambientais, vários países têm apontado a importância de que sejam fortalecidas as capacidades de trabalho do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), aumentando a previsibilidade dos recursos disponíveis para que essa instituição apóie efetivamente projetos em países em desenvolvimento. A reforma da estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável deverá observar o equilíbrio entre as questões sociais, econômicas e ambientais.

 

Fonte:  http://www.rio20.gov.br/sobre_a_rio_mais_20/temas

Aluna: Daniele  Flores Bacci

Objetivo da Rio+20

 

O objetivo é definir um modelo internacional para os próximos 20 anos  com base na preservação do meio ambiente, priorizando a melhoria da qualidade de vida a partir  da erradicação da pobreza, por meio de programas sociais, a Econômia Verde e o Desenvolvimento Sustentável para uma governança mundial.

 

OBJETIVOS E TEMAS

 

                 O objetivo da Conferência é assegurar um comprometimento político renovado com o desenvolvimento sustentável, avaliar o progresso feito até o momento e as lacunas que ainda existem na implementação dos resultados dos principais encontros sobre desenvolvimento sustentável, além de abordar os novos desafios emergentes.


Os dois temas em foco na Conferência serão:

 

·      A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza.

·     O quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.


Informativos das Questões Rio+20

O Secretariado da UNCSD, em conjunto com seus parceiros, preparou uma série de Informativos sobre as questões da Rio+20, cujo propósito é disponibilizar um canal onde formuladores de políticas públicas e outros stakeholders interessados possam debater e analisar questões relevantes aos objetivos e temas da Conferência, incluindo uma economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza, bem como o quadro institucional para o desenvolvimento sustentável.

 

http://www.rio20.info/2012/objetivos-e-temas

Nome: Thais do Vale Ribeiro de Moraes

 

 

Rio Clima, evento paralelo da Rio+20, discute aquecimento global

                                              Segundo levantamento, planeta pode chegar ao final do século quatro graus mais quentes.

 

 

 

 

               RECIFE - Prevista para se realizar entre os dias 14 e 17 de junho no Rio de Janeiro, a Rio Clima - evento paralelo da Rio+20 - deve atrair representantes de 19 países que deverão pressionar os chefes de Estado por medidas concretas que evitem o aumento do aquecimento global, cujas simulações matemáticas indicam um futuro sombrio para a humanidade. Caso não sejam tomadas providências, o planeta pode chegar ao final do século com elevação de até quatro graus de temperatura. Foi com base nessa informação, que cientistas, pesquisadores, políticos e representantes de organizações oficiais e não governamentais passaram três dias reunidos em Recife, discutindo propostas para amplificar ações.

               O encontro acabou sem conclusão nem carta oficial, mas com uma decisão: a elaboração de um documento com propostas que garantam a sustentabilidade da economia mundial, cujo teor será divulgado em entrevista coletiva, no Rio Centro, no dia 20 de junho, pouco antes, portanto, da chegada ao Rio das autoridades internacionais maiores.

               Os especialistas ouvidos em Recife, no entanto, não acreditam que a iniciativa vá operar mudanças na Rio+20, já que a questão do clima não é prioridade da pauta, embora a conferência internacional esteja focada em dois eixos principais, que são a governança e a economia verde. Eles esperam que a mobilização da sociedade possa não só atrair as atenções da mídia internacional como também sensibilizar as autoridades presentes à Rio+20 - um dos principais assuntos das discussões de Pernambuco no Clima, como foi chamado o evento preparatório que se encerrou neste domingo na capital.

               Já o documento que começa a ser discutido internacionalmente e que será arrematado na Rio Clima, abordará a mitigação (propostas para a redução das emissões de gás carbônico na atmosfera), a criação de uma nova estrutura financeira que contemple iniciativas de baixo carbono, adaptação e inovações tecnológicas.

           - Além disso, a reunião aqui em Recife serviu para prepararmos um acordo internacional simulado, realista e detalhado, que vai ser apresentado para o governo como instrumento de mobilização da sociedade civil - afirmou o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ), Presidente da Subcomissão Rio+20, da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional.

 

           Objetivo é pressionar Rio+20 por acordos sobre o clima.

           Para mostrar que um acordo internacional em defesa do clima é possível, Sirkis convidou para a solenidade de abertura duas lideranças que poderiam ser historicamente antagônicas, mas que vêm trabalhando juntas por acordos internacionais de paz, como o israelense Yossi Beilin e o palestino Yasser Abed Rabbo. O primeiro já ocupou pelo menos cinco ministérios no seu país. E o segundo é secretário geral da Organização de Libertação da Palestina. Ambos participaram de negociações informais em 2001 para o Acordo de Genebra.

          - Eles servem de inspiração para o que queremos. Estamos trabalhando na simulação de um acordo realista e detalhado, que vai ser apresentado para o governo, como instrumento de mobilização da sociedade civil - disse Sirkis.

           - Paralelo ao acordo simulado, vamos fazer recomendações para os chefes de estado presentes na Rio+20, com a conferência de imprensa do dia 20. São recomendações que se encaixam dentro dos temas da economia verde e governança, e que têm relaçao com a questão do clima. Nem sabemos se vamos influenciar a Rio+20, porque esse compromisso genérico já faz parte do documento do evento, que possui mais de cem páginas, e que parece ser vítima de obesidade mórbida - ironizou o deputado.

            - Na realidade, teremos duas Rio+20. A oficial e a outra, paralela, que é muito mais importante. A Rio+20 não vai fazer negociações diplomáticas sobre o clima, embora o seu tema seja a economia verde. Mas a mudança climática é o problema mais urgente e mais grave para um desenvolvimento sustentável. Então, o objetivo dessa reunião em Pernambuco é mostrar ao mundo e à Rio+20 que é possível um acordo sobre as mudanças climáticas. Há um desânimo muito grande diante do fracasso total em negociações do clima. Não esperamos que a Rio+20 assuma alguma negociação sobre o clima, mas desejaríamos que sua declaração final contemplasse de forma mais efetiva essa prioridade - afirmou Sérgio Bersseman, Presidente do Grupo de Trabalho da Rio+20 pela Prefeitura do Rio de Janeiro, e que esteve na capital pernambucana representando o Prefeito Eduardo Paes.

          - Vamos tentar pressionar a Rio+20, como atores do processo. Mas reconheço, como analista político, que o impacto da nossa mobilização no documento final da conferência internacional será pequeno. O documento final da Rio+20 já vem quase definido, não é fácil mudá-lo. Mas mobilizar a massa da sociedade civil é um grande negócio e atingir a mídia mundial pode ter um grande impacto - disse o argentino Eduardo Viola, Professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília.

          Para o ex-deputado, ambientalista e hoje consultor Fábio Feldmann, a reunião de Recife e a Rio Clima não serão em vão:

         - Um grande problema da Rio+20 é que não trata do clima, da desertificação, da biodiversidade. Além disso, a agenda da conferência internacional é muito dispersa. O nosso grande mérito será mostrar uma posição representativa da comunidade científica, das organizações sociais e criar uma massa crítica que possa influenciar. É importante que mantenhamos uma posição firme, suficiente para darmos nosso recado - disse.

 

Fonte: http://oglobo.globo.com/rio20/rio-clima-evento-paralelo-da-rio20-discute-aquecimento-global-4654148

Aluna: Ana Beatriz Portes de Sant’ana

 

Mulheres na Rio+20 e os debates pelo desenvolvimento sustentável
MU, ONU


   CNO Rio+20
   Conferência será oportunidade para avançar debates sobre relações humanas igualitárias e socioambientalmente responsáveis
      Mais de 80 atividades oficiais e paralelas relacionando o desenvolvimento sustentável e as mulheres estão previstas para ocorrer durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

     Essa é a estimativa da Secretaria de Politicas para Mulheres (SPM) que, na semana passada, se reuniu para a 9ª Reunião do Conselho Nacional dos  Direitos da Mulher (CNDM) e escolheu as representantes das organizações civis que integrarão sua comitiva na Rio+20.

     “Quando se fala em sustentabilidade, é preciso trabalhar simultaneamente o social, o econômico e o ambiental. Não se pode falar no tema sem se pensar em preservar relações humanas igualitárias”, afirmou Sônia Malheiro, Assessora Especial da SPM.

     A degradação da natureza está diretamente ligada à deterioração das relações humanas e à desigualdade. As mulheres irão pleitear na Conferência especialmente o tratamento de temas relacionados a três eixos básicos:

    Combater a desigualdade de salários, de oportunidades e a violência contra a mulher;
    Repensar a divisão sexual do trabalho, buscando melhores condições para a mulher;
    Incentivar o empoderamento feminino, especialmente a presença da mulher em posições de comando em todo o mundo.

    No Brasil, há 97 milhões de mulheres, que representam 51% da população. 40% das famílias são chefiadas atualmente por mulheres, quando, dez anos atrás, não passavam de 25%, segundo dados oficiais do Governo brasileiro.

    A Rio+20 é uma oportunidade para as mulheres do Brasil e do mundo debatam suas prioridades com líderes políticos. Na Declaração do Rio (1992) foi reconhecido que “as mulheres desempenham um papel vital no gerenciamento e no desenvolvimento ambiental. A participação delas é, portanto, essencial para alcançar-se o desenvolvimento sustentável”.

   Nos dias 19 e 21 de junho ocorrerá no âmbito oficial da Rio +20 o Fórum de Mulheres Líderes pela Igualdade de Gênero, o Empoderamento das Mulheres e o Desenvolvimento Sustentável. O evento será realizado pelo Governo brasileiro, com organização da SPM e da ONU Mulheres.

   Estarão presentes líderes e especialistas de governos, organizações da sociedade civil, da academia e do setor privado. Suas discussões reafirmarão a centralidade e as interligações da igualdade de gênero e do empoderamento das mulheres com o desenvolvimento sustentável.

   O encerramento do fórum será a Cúpula de Mulheres Chefes de Estado pelo Futuro que as Mulheres Querem no dia 21 de junho. Pela primeira vez na história, Presidentas e Primeiras-Ministras estarão reunidas para fazer um chamado a ações concretas para a integração plena das mulheres às discussões sobre o desenvolvimento sustentável.

   “ A Rio 92 teve um papel muito importante para as mulheres. Sem ela, não haveria hoje o mesmo destaque para temas femininos e desenvolvimento sustentável”, diz a Assessora Sônia.
 

História


    Na Rio 92, a presença feminina foi marcada pelo Planeta Fêmea, um espaço no Fórum Global de ONGs que organizou painéis sobre temas diversos.

     A escritora Júnia Puglia, ex-executiva da ONU Mulheres, que esteve presente na Rio 92, conta que na época não havia espaço oficial para o tratamento das questões de gênero na plenária oficial da Conferência.

    “A voz feminina não era reconhecida e apenas depois de muitas negociações internas conseguimos um espaço. Por outro lado, no Planeta Fêmea do Fórum Global, a movimentação feminina foi muito marcante. Lembro de ter conversado com mulheres de aldeias no interior da Índia que nunca haviam saído dos seus vilarejos e estavam lá para apresentar suas agendas”, contou Júnia.

    O Planeta Fêmea foi importante para a afirmação do movimento feminista. A visão das mulheres foi traduzida em mais de 90 recomendações específicas contidas na Agenda 21. Um de seus capítulos congrega um conjunto de recomendações, mecanismos e metas para integrar as mulheres e a questão de gênero em todos os níveis de governo e nas atividades correlatas de todas as agências da ONU.

    Confira a programação da Secretaria de Políticas para Mulheres na Rio+20


http://www.rio20.gov.br/sala_de_imprensa/noticias-nacionais1/mulheres-na-rio-20-e-os-debates-pelo-desenvolvimento-sustentavel-2

Nome: João Vitor

 

 

 

Você sabia que hoje nós sugamos 30% a mais do que a terra pode oferecer para a humanidade? Não precisa ser nenhum gênio para prever um futuro desastroso médio e curto prazo se nada for feito em favor de uma mudança radical.

Oras, vamos ter a convenção em junho, mas quem / qual país será bobo de falar “ao contrário” do que o povo quer ouvir? Isso não existe.

Ecologia, Verde, Cuidados com a Terra, sustentabilidade – Todas estas palavras estarão presentes a todo momento, Nenhuma empresa será boba de ir ao contrário disso, montadoras, mineradoras, todas grandes indústrias e empresas vão adotar estes nomes, mas para que?

Realmente fazer uma mudança ou camuflar com palavras bonitas da “moda” ?

 

A coisa toda é muito mais profunda que isso, Sustentabilidade faz pensar em dois caminhos:

1. Sistema capitalista querendo se manter sustentável com menos agressão ao planeta terra, porém continuar extraindo o máximo possível da terra.

2. Deixar de pensar no PIB e focar no Bem estar do povo.

A Polêmica é grande! e você conte o que acha disso tudo!

 

http://www.riomais20.com.br/

Rio +20

 

O Rio Mais 20 está se aproximando e afinal, será que você está realmente preparado para entender todos os temas que serão discutidos nesta importantíssima reunião que pode inclusive mudar os rumosdo planeta no que tange o tema sustentabilidade? Em caso negativo, não se preocupe, ainda há tempo para o acúmulo de conhecimento necessário até o início da conferência. Além do mais, você possui aqui um forte aliado a fim de que este objetivo seja alcançado. O riomais20.com.br existe com o propósito de auxiliar as pessoas que se interessam em ficar por dentro de todos os detalhes do evento.

 

 

 

Com o intuito de ajudar os indivíduos que pretendem absorver ao máximo todos os assuntos que serão abordados no evento, recomendamos o Curso de Educação Ambiental. Este curso foi escolhido devido ao seu baixo custo e transmissão de conhecimento de alto nível, habilitando profissionais das mais variadas áreas e estudantes a entenderem de forma contundente temas como a Educação Ambiental, Sustentabilidade, Desenvolvimento Sustentável, Legislação, Reciclagem, Fauna e Flora, Consumo e Poluição. Além do mais, o participante terá direito a um certificado emitido pela empresa responsável pelo curso.

O planeta precisa da sua ajuda e, sem o conhecimento ao seu lado, a tarefa de mudar o meio em que vivemos fica ainda mais distante de ser concluída. Contamos com você em busca de um mundo mais verde e harmonioso para todos.

http://www.riomais20.com.br/rio-mais-20/

 

Nome: Louise Sousa

 

Rio+20 poderá intensificar debate sobre sustentabilidade
 

Por Herton Escobar
São Paulo - O objetivo oficial da Rio+20, definido pela Assembleia-Geral das Nações Unidas, é "a renovação do compromisso político internacional com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação das ações implementadas e da discussão de desafios novos e emergentes". E as discussões, oficialmente, serão divididas em dois grandes temas: "economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza"; e "estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável".
O que resultará disso tudo, em termos práticos, é difícil prever. Pode ser uma carta de intenções genéricas, pode ser uma declaração com objetivos concretos, pode ser nada, dependendo do nível de vontade política e de como caminharem as negociações.
É improvável que a Rio+20 produza tratados efetivos como os da sua "conferência mãe", a Rio-92, que deu à luz três convenções internacionais: da Mudança do Clima, da Diversidade Biológica e do Combate à Desertificação. Acordos que ganharam vida própria e que realizam periodicamente suas próprias conferências (as famosas COPs).
A expectativa mais realista, como indica o texto da ONU, é que a Rio+20 sirva como ponto de partida para um novo - e longo - processo de discussões internacionais focadas no desenvolvimento sustentável. Espera-se que aponte rumos e defina objetivos gerais que, mais tarde, poderão ser condicionados a metas específicas. Em outras palavras: deverá ser uma conferência mais qualitativa do que quantitativa.
Os dois temas centrais da conferência podem ser resumidos como "economia verde" e "governança". Dentro de cada um deles, porém, esconde-se uma enorme complexidade de questões ambientais, técnicas, políticas, sociais e econômicas. No caso dos oceanos, por exemplo, vão desde a conservação de peixes até a qualidade de vida do pescador, a lucratividade da indústria pesqueira e a geopolítica dos mares.
O tema economia verde refere-se à necessidade de se criar modelos econômicos que sejam mais sustentáveis do ponto de vista ambiental e social, respeitando os limites do planeta e do ser humano. A governança refere-se à capacidade institucional e financeira de implementar esses novos modelos, tanto nas esferas nacionais quanto na internacional.
Uma das grandes discussões da Rio+20, nesse aspecto, envolve a proposta de transformar o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) em uma agência de desenvolvimento sustentável dotada de poderes deliberatórios, nos moldes da Organização Mundial do Comércio (OMC). As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

 

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/rio-20-podera-intensificar-debate-sobre-sustentabilidade


Nome: Michel Lima

 

Delegações sindicais de vários países discutem propostas para a Rio+20

RIO DE JANEIRO - O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, deu as boas vindas às delegações em nome da presidente Dilma Rousseff...
  

RIO DE JANEIRO – Sindicalistas de todo o mundo estão reunidos na capital fluminense para discutir propostas a serem levadas à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, e que garantam o desenvolvimento sustentável. Esta é a segunda reunião mundial de trabalhadores. A primeira ocorreu em Nairóbi, no Quênia, em 2006. São cerca de 360 entidades sindicais e de mais de 500 delegados de cerca de 100 países.

 

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, deu as boas vindas às delegações em nome da presidente Dilma Rousseff. “Nós estamos fazendo todo o esforço da parte do governo brasileiro para que a conferência Rio+20 tenha todas as condições possíveis de logística, de infraestrutura, mas também do ponto de vista da política, para que o encontro tenha pleno sucesso”, disse.

 

O ministro espera que a assembleia sindical possa levar à Rio+20 uma série de propostas que auxiliem o governo a encontrar um caminho, particularmente em um momento de crise internacional. “A conferência da Organização das Nações Unidas [ONU] ocorre exatamente no momento em que os grandes modelos de desenvolvimento, produção, consumo e distribuição começam a mostrar sua falência. A crise do modelo é exatamente o momento mais adequado para nós propormos alternativas para que vozes se levantem em todas as partes do mundo, propondo um novo modelo do chamado desenvolvimento sustentável”, ressaltou.

 

Para o secretário de Política Econômica e Desenvolvimento Sustentável da Confederação Sindical das Américas (CSA), Rafael Freire Neto, o principal objetivo do encontro é construir um conjunto de propostas que possa levar a um modelo sustentável de desenvolvimento econômico. “Nós necessitamos de trabalho decente, de uma mudança no padrão energético mundial. Nós podemos passar por uma transição que seja mais justa, com o desenvolvimento dos países latino-americanos. Para isso, os países mais ricos têm que pagar um preço maior. Estamos no Rio de Janeiro para apresentar as demandas dos nossos trabalhadores”, disse.

 

Já o presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, considerou que a reunião sindical internacional no Rio de Janeiro é fundamental para mostrar a força do trabalhador na construção de uma agenda de discussões para a Rio+20. “Este encontro mostra a importância do movimento sindical em elaborar um documento conjunto, em nível internacional, para pressionar os governos a assumirem responsabilidades na Rio+20. Para nós esses compromissos tem que passar pela geração de empregos decentes. Não adianta só falar em emprego verde, ou seja, se não forem trabalhos que tenham garantias formais, com todos os direitos para os trabalhadores”, ressaltou.

 

Ainda de acordo com Artur Henrique, a transição de um modelo de desenvolvimento atual para um outro mais sustentável tem que vir acompanhada de metas e de contrapartidas que governos e empresas devem seguir. “Nós estamos falando da questão da saúde, segurança, acidentes de trabalho, da demanda ambiental, social e isso para nós tem fundamental importância, porque é a vida dos trabalhadores que esta em jogo”, completou.

 

http://www.dci.com.br/delegacoes-sindicais-de-varios-paises-discutem-propostas-para-a-rio+20-id298053.html                  

 

Nome:Wellerson

 

 

Gestão das Emissões de Gases de Efeito Estufa

 

A Comitê Nacional de Organização já finalizou o inventário pré-conferência (ex ante) sobre as emissões de gases de efeito estufa (GEE) da Rio+20. A elaboração desse inventário se baseou na posição oficial brasileira nos debates internacionais sobre mudança do clima, seguindo padrões cientificamente robustos e metodologias internacionalmente reconhecidas, respeitando as características nacionais. Esse trabalho será complementado por nova avaliação, realizada após o término do evento (estimativa ex post).

 

 



Os dois inventários incluem fontes de energia elétrica, combustíveis utilizados nos principais espaços oficiais da Conferência e nos veículos terrestres oficiais, disposição de resíduos e viagens aéreas dos delegados credenciados e do Secretariado das Nações Unidas.

A estratégia de compensação de emissões decorrentes da organização da Conferência Rio+20, no período de sua realização, será feita por meio de Reduções Certificadas de Emissão (RCEs), oriundas de projetos brasileiros do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), doadas por empresas brasileiras.

O Comitê Nacional de Organização já possui créditos de carbono necessários para a compensação das emissões associadas à organização da Conferência.

De forma a contribuir para viabilizar a compensação das emissões de viagens aéreas de delegados credenciados, o Governo brasileiro criou, em parceria com a Caixa Econômica Federal e PNUD Brasil, uma ferramenta digital que possibilitará aos participantes calcular suas emissões de GEE com viagens aéreas e comprar Reduções Certificadas de Emissão (RCEs) para compensá-las.

O Governo brasileiro encoraja todos os participantes a compensar voluntariamente suas emissões decorrentes de transporte aéreo usando RCEs provenientes de projetos brasileiros do MDL." .

 

Nome:Julio Cesar Correa Rodrigues .18:32

http://www.rio20.gov.br/sobre_a_rio_mais_20/estrategia-de-compensacao/gestao-de-emissoes-de-gases-de-efeito-estufa

 

 

Documento da Rio+20 deve ser finalizado hoje

Tendência dos negociadores é excluir propostas conflitantes do texto e manter recomendações gerais ...

 

Agência Brasil  

RIO DE JANEIRO - Os negociadores brasileiros e estrangeiros na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, querem fechar até o fim da noite desta segunda-feira (18) o texto final. Três sessões de trabalho, começando às 10h e seguindo até as 22h, estão programadas. A tendência, segundo eles, é excluir as propostas conflitantes, como está no rascunho fechado sábado (16), e manter recomendações gerais.

Chefiados pela delegação do Brasil, os representantes de 193 países se dedicam a elaborar um texto conciso, preciso, claro e abrangente, de acordo com os negociadores. Até o começo da conferência, o documento tinha 200 páginas, depois passou para 80 e há três dias foi resumido a 50.

O secretário executivo da  Rio+20, Luiz Alberto Figueiredo Machado, negou ontem a hipótese de que um documento sem conclusões seja entregue aos 115 chefes de Estado e de Governo, no próximo dia 20. De acordo com ele, há apelos de várias delegações para que um texto negociado chegue às mãos dos líderes para que discutam os assuntos de forma ampla.

No entanto, até ontem (17) à noite as divergências permaneciam, principalmente sobre as questões envolvendo definições de recursos, metas específicas, o conceito de economia verde e a transformação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) em organismo autônomo.

Os países desenvolvidos, liderados pelos Estados Unidos, o Canadá, a Austrália e o Japão, alegam dificuldades internas causadas por numerosos fatores, inclusive a crise econômica internacional, para assumir responsabilidades pontuais com o repasse de recursos. Desde sábado, foi retirada a discussão sobre a criação de um fundo, de US$ 30 bilhões, para garantir a execução de propostas relativas ao desenvolvimento sustentável.

Também há divergências sobre as propostas referentes à proteção dos oceanos, pois os norte-americanos resistem à regulação de águas internacionais, alegando questões de segurança interna.  Mas o embaixador brasileiro disse que é possível ainda buscar um consenso e incluir o tema no texto a ser finalizado hoje.

No rascunho de 50 páginas obtido pela "Agência Brasil", foram excluídos os assuntos polêmicos e mantidas as recomendações gerais sobre o desenvolvimento sustentável com inclusão social e erradição da pobreza e da fome. Para a delegação brasileira, o texto apresenta avanços.  “O texto não só impede retrocessos como traz avanços em várias áreas, como criar objetivos de desenvolvimento sustentável”, disse o embaixador. “Isso não é pouca coisa.”

 

 http://www.dci.com.br/documento-da-rio+20-deve-ser-finalizado-hoje-id298812.html

Nome Matheus Soares